Trabalho voluntário: qual é o seu talento?

Trabalho voluntário

Quando a gente fala em talento logo vem uma nuvenzinha de pensamentos. E de cara pensamos que: será que tenho mesmo algum talento? Eu lhe asseguro meu caro amigo que você tem talento. Mesmo que a resposta não esteja na ponta da língua, faça uma analise do que gosta de fazer, e que acrescenta sentimentos de satisfação e de alegria na sua vida. Primeiro precisa ser bom pra você, somente assim atingirá o outro. Na verdade essa não é uma pergunta tão fácil de responder, e não saber qual é o seu talento não significa que você não seja uma pessoa talentosa. Não nascemos talentosos. Fato. Nascemos com algum tipo de dom, presente de Deus. Talento é uma habilidade, que foi desenvolvida ou aperfeiçoada a partir de algo que foi despertado na gente. Todas as pessoas, com persistência e tempo disponível, são capazes para reconhecer numa atividade que faz bem feito e pratica, basta estar atendo para saber reconhecer e lapidar o seu talento.

Parte do encontrar seu próprio talento depende das oportunidades da vida e ou não, algumas vezes a determinação pessoal é muito mais importante. A persistência cria ferramentas para trabalhar talentos em você, caro amigo. Aprimore seu talento pessoal, ofereça o que você tem para dar, espere menos ou nada dos outros. O DOAR-SE é livre, espontâneo, amor real e incondicional. E você, meu amigo e aliado em ser a diferença, cultive o seu talento, no fundo do seu coração, para que você possa alcançar o seu propósito de ser o multiplicador no trabalho voluntário, colaborador de um futuro mais feliz.

Eu particularmente tenho talento para acolher e escutar. Ao longo do meu trabalho voluntário – 17 anos – foi despertado em mim habilidades de acolhimento e de saber ouvir. Neste tempo de acolher aprendo mais sobre afeto – dar e receber colo, literalmente. No silêncio da escuta algumas vezes o desabafo contado fala da gente também, identidades cruzadas em histórias de viver a vida. Acolho com o coração aberto, com um sorriso, com um abraço, sem preconceitos, sem prejulgamentos. Algumas vezes as pessoas querem somente alguém para escutar , enquanto contam sobre suas tristezas, suas dores, seus medos, e desabafam angustias, preocupações. Saber escutar requer prática e imparcialidade. Não é porque eu ouço com meu amor que eu terei direito de opinar e ou aconselhar. É preciso ter discernimento para não sair dando a sua receita de felicidade. A pessoa em questão quer partilhar e não a receita mágica de sucesso, e ou solução do assunto em questão.

Sempre haverá de permanecer algo de bom em nossos dias e, após as vivências adquiridas no trabalho voluntário, decerto que desencadeia ações isoladas em mim, ou coletivas no grupo em que participamos. A corrente do bem existe! O benefício maior é encher de entusiasmo a nossa alma, sedenta de aprendizado, mantendo o coração aquietado diante de tantas adversidades e mazelas. O maior dos talentos que adquiri ao longo dos anos – amor – aquenta meu coração e me faz feliz saber que tenho feito a minha parte na mudança que eu quero ver acontecer. A minha alma transborda de coragem e determinação para continuar semeando a esperança de um mundo melhor.

Voluntariado: agora é a sua hora !

Marina adverte: fazer trabalho voluntário causa felicidade em abundância, alegria que contagia, e ainda, cultiva o amor estimular a pratica da compaixão e da empatia.

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