
Harô, amiguinhos!
Estamos de volta com mais dicas de férias. Nessa última semana de férias que me restava (música triste) fui com meus pais conhecer Minas Gerais e colocamos o Inhotim no nosso roteiro.
Mas o que é o Inhotim?
O Instituto Inhotim, meus queridos, é considerado apenas o MAIOR museu a céu aberto do mundo e também possui um dos maiores e mais importantes acervos de arte contemporânea no Brasil. Ele fica na cidade de Brumadinho (MG) a 60km da capital, Belo Horizonte.
No nosso roteiro, Brumadinho seria a terceira cidade que visitaríamos, depois de Belo Horizonte e Ouro Preto. A cidade é bem tranquila e calma, principalmente à noite. Inicialmente nossa ideia era de visitar Inhotim e conhecer tudo em apenas um dia (doce ilusão), mas chegando no hotel já nos deram a dica de fazer a visita com calma em dois dias e foi a melhor decisão.
Como chegamos em Brumadinho na quarta, o museu estava muito lotado. Um funcionário nos disse que receberam naquele dia 9.300 pessoas. Isso pelo fato da entrada ser gratuita às quartas feiras. No dia seguinte estava bem mais vazio.
Durante a semana, o museu abre todos os dias, à exceção das segundas-feiras. O horário de funcionamento é de terças à sextas, das 9:30 às 16:30 e aos fins de semana e feriados, das 9:30 às 17:30.
O valor dos ingressos para entrar é de R$44 (inteira) ou R$22 (meia).
Há quem diga que é possível conhecer o museu todo em um dia. Acredito que seja possível, mas em um dia vazio e correndo bastante. A distância entre as galerias e exposições é grande, tem bastante subida então eu aconselho que se faça a visita em dois dias. E vamos às dicas.
1 – O Mapa
Assim que entrar, na recepção há mapas disponíveis e gratuitos. O mapa é imprescindível para andar dentro do museu. Como as distâncias são longas e há muitas arvores, os caminhos parecem todos iguais e se perder pode atrasar o passeio. Além de você poder ir riscando as atrações que já visitou.
O museu é dividido em 3 partes, separadas por cor. Procure fazer uma parte por vez para evitar deslocamentos desnecessários.

2- Os Carrinhos
O museu oferece o serviço de transporte interno feito em carrinhos. Há duas maneira de adquirir o serviço: o carrinho coletivo, que circula por rotas pré determinadas, no valor de R$30 por pessoa ou o carrinho exclusivo, com capacidade para um grupo de até 7 pessoas, que fica à disposição integral e faz a rota que o grupo quiser, este no valor de R$500 (o carrinho).
Na minha opinião valeu muito a pena pegar o carrinho, já que há subidas bem íngremes e eu estava com os meus pais, além de minimizar o tempo de caminhada entre uma galeria e outra.
Às quartas feiras, por causa do grande número de visitantes, o museu pode parar de vender pulseiras para utilização dos carrinhos em um certo horário. Se você for visitar nesse dia, é bom contratar o serviço logo que chegar.

3 – Leve sua garrafa de água
Ao longo do museu, há vários pontos com bancos, bebedouros e tomadas para carregar o celular ou câmera.

4 – Alimentação
O parque oferece diversos tipos de restaurantes, lanchonetes e cafés. Procure escolher algum que não fique nas principais rotas para evitar filas grandes e perder muito tempo. Nós escolhemos almoçar na hamburgueria, pois me disseram que o hambúrguer vegetariano era bom. Ele é feito de grão de bico com especiarias (vai queijo e é grelhado na manteiga). Eu pedi sem queijo e sem manteiga e foi sucesso.
O hambúrguer custa R$25, a porção de batata R$15 e a cerveja R$9.

Outra dica de lancho delícia fica logo na entrada do museu e se chama Café das Flores. O lugar é uma graça, porém pode lotar nos horários de pico. Nele nós experimentamos o pão de queijo recheado com queijo da canastra e o bolo de chocolate. Vale muito a pena. São bons demais.

5 – Totens informativos
Na frente ou na entrada de todas as galerias ou obras há um totem explicativo contando sobre a obra, sobre o autor, inspiração, ano de criação e tudo o mais. É bem interessante, pois você já chega com uma idéia do significado e da mensagem que os criadores quiseram passar. É arte contemporânea e muito bem explicada.
Bom, gente. Acredito que essas sejam as minhas dicas sobre o Inhotim. Nós amamos conhecer o museu. O local é limpo, lindo e acho que é uma atração imperdível em Minas Gerais.
Se você tiver alguma dúvida ou sugestão, me conta!
Um beijo e até o próximo post.

Maravilhoso, conheci pessoalmente com este presente do meu filho, IGOR