
Símbolo do feminino, com a mente agitada e muito além de seu tempo, Patrícia Galvão, ficou conhecida como Pagu. Ultrapassou limites de sua época e gravou seu nome na História. A musa modernista Referência as feministas pela sua luta política, pelo direito de SER, de vestir e se expor. Nasceu em 9 de Junho de 1910 e aos 12 anos já escrevia, elo de comunicação que a fez aparecer.
Pagu tem a Lua em Câncer, era poeta, alma de artista, olhos aquosos, sensível, escreve romances e se inclina ao desenho, teatro e ao idealismo. Mulher forte e bonita, com vênus em touro, era atraente e rebelde, pivô da separação entre Tarsila do Amaral e Oswaldo de Andrade. Com ele se casou e teve um filho. Juntos entraram para a militância política. Foi a primeira mulher brasileira a ser presa lutando pelos direitos. Sofreu as consequências da política da época, foi torturada e exilada. Morreu aos 52 anos de idade vítima da doença de Câncer.
Até hoje Pagu nos inspira.
Pagu em nossa memória em sua obra, poesia e resistência.
Sonhe Pagu.
“Tenha até pesadelos, se necessário for, mas sonhe.” Pagu
