A Tecnologia banalizou a fotografia?

A Tecnologia banalizou a fotografia?

E aí, A Tecnologia banalizou a fotografia?

Equipamentos fotográficos monstruosos são criados anualmente, sejam eles câmeras, lentes, computadores, luzes auxiliares, entre outros; porém, apesar dessas criações auxiliarem enormemente o profissional, elas chegam ao mercado em condições inacessíveis para a sua maioria, o que ainda piora significativamente se tratando do mercado brasileiro. Juntamente com essa evolução, os celulares com câmeras integradas e aplicativos de edições buscam e entregam um resultado similar à de equipamentos mais acessíveis.

Dito isso, de certa forma, amadores com um celular tecnológico, e noção básica de edição conseguem obter resultados muito bons e de qualidade na hora de registrar um momento ou de divulgar um produto ou serviço próprio, e claro sem o custo de contratar um profissional. Mas será que por esse motivo a nossa amada fotografia está em crise?

Muito pelo contrário, uma mudança gigantesca no mercado está acontecendo, nunca antes na história a fotografia foi tão ovacionada e tão importante para as pessoas como é hoje, seja ela para registro, artística, publicitária, editorial ou entre outras diversas áreas.

Há sim um crescimento de profissionais na área, porém como em qualquer segmento, o longo prazo, será a prova real do profissionalismo e com a demanda alta por profissionais, existe mercado para todos.

A fotografia exige muito mais do que um bom resultado na imagem final, é necessário conhecer o equipamento e usá-lo como ferramenta de trabalho, técnica fotográfica, saber desenhar com a luz, conhecer e desenvolver o trabalho em quaisquer que sejam as condições dos ambientes. E claro como toda empresa é necessário o comprometimento
com o seu cliente, a responsabilidade e a consciência da importância do que está sendo feito.

Uma profissão como a fotografia não sofre crises, sofre adaptações. Assim como existiu a era das câmeras analógicas (mudança física e tecnológica), vivemos uma mudança mercadológica, é preciso se adaptar.

“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.

Até a próxima!

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