
A degradação do meio ambiente, o desmatamento, o mau uso dos recursos naturais, entre outras ações do homem, são as principais causas dos problemas ambientais do planeta. Não bastasse todo este desequilíbrio, o ser humano também é o principal responsável pela extinção das espécies do nosso ecossistema.
A extinção das espécies é um processo natural que acontece desde o surgimento da vida na Terra. No entanto, antes da influência do ser humano, este fenômeno acontecia de forma extremamente lenta. Estima-se que uma espécie era extinta a cada 13 meses. De acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), quase 1 milhão de espécies de animais e plantas correm risco de extinção nas próximas décadas. Veja aqui.
Causas da extinção das espécies
Ações como desmatamento, extrativismo desordenado, expansão urbana, poluição, incêndios florestais, pesca predatória, caça, e a introdução de espécies exóticas em ecossistemas diferentes, fazendo com que a fauna e a flora nativa percam espaço, também contribuem para a extinção das espécies.
Os exemplos citados acima ajudam a reduzir o total de habitats disponíveis às espécies e aumentam o grau de isolamento entre suas populações, diminuindo a migração entre elas, o que pode acarretar perdas de variabilidade genética e, consequentemente, a extinção de espécies.
Espécies em extinção
Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Brasil possui mais de mil espécies com risco de extinção. Uma realidade muito triste, quando se sabe que o Brasil é o país com a maior biodiversidade do mundo.
Entre os animais que estão prestes a desaparecer do país alguns deles são bem conhecidos por nós, como a onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira, ariranha, onça-pintada, micro-leão-dourado, macaco-aranha, arara-azul, baleia-franco-do-sul e cervo-do-pantanal.
Entre os animais em risco no planeta estão o elefante africano, o cervo da Tailândia, o panda gigante da China, entre outros. Espécies vegetais como as orquídeas de Chiapas no México, e as bromélias do continente americano e da África, também correm risco de extinção.
Apesar do ser humano ser o maior responsável pelo desequilíbrio ambiental, é também quem mais sofre as suas consequências. A extinção das espécies é uma delas.
Por este motivo, o alerta deve se fazer presente sempre. É mais do que necessário que sejam tomadas atitudes drásticas para a recuperação do equilíbrio ecológico. Caso contrário, a espécie humana também poderá ser extinta.
